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Oh valha-me a Nossa Senhora da Nostalgia! Há algures na Net, procurem se quiserem, um vídeo da produção desta visionária re-imaginação de um clássico cartoon dos anos 80: Thundercats. Lá um gajo garante que adorava o original e com muita paixão, humor e humor criou isto:

Porra, provavelmente o desenho animado original não era tão bom como na época eu achava, o remake de 2011 era soberbo mas teve um final prematuro. Fico a esperar pelo próximo remake, em estilo Teletubbies. Porra, então é assim que se sentem aqueles velhos que reclamam de tudo
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Não era  minha versão favorita da Lois Lane, mas era um ícone da cultura-pop. Faleceu com 69 anos.

Notícia:  https://g1.globo.com/pop-arte/cinema/noticia/margot-kidder-a-lois-lane-de-superman-morre-aos-69-anos-diz-site.ghtml
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"O 5º Elemento" (ou "O Quinto Elemento". "Le Cinquiéme Element", "The Fifth Element"), filme francês mas falado em inglês e com estrelas internacionais estreou no país natal a 7 Maio de 1997 e em Portugal a 29 de Agosto de 1997. O Trailer:
Este filme de ficção cientifica de finais dos anos 90 é dos meus favoritos do género. Realizado por Luc Besson, é um assumido pastiche de inúmeras obras (que Besson começou a construir em 1975, quando ainda era adolescente) mas com um cunho visual próprio, marcado muito pelos estilos de Jean Giraud (Moebius) e Jean Claude Mezieres (um dos criadores de "Valerian", adaptado ao cinema em 2017 por Luc Besson) e o guarda roupa de famoso estilista de alta-costura Jean Paul Gaultier.
Creio que foi uns meses antes de ir ao cinema assistir a "O 5º Elemento" vi numa cassete VHS que comprei numa feira de velharias o primeiro sucesso de Besson, "Vertigem Azul" (1988) antes dos mais conhecidos "Nikita - Dura de Matar" (1990) e "Leon: O Profissional" (1994).
O século XXIII, onde a maioria do filme decorre, é tecnológico e sujo, mas apesar de toda a poluição abunda a cor e diversidade, e o argumento não tem medo de recorrer ao humor. A sinopse é simples, no futuro surge no espaço um antigo Mal percorre o sistema solar rumo ao planeta Terra. Os Mondoshawans, os bizarros guardiões dos cinco elementos essenciais para derrotar essa monstruosidade são atacados pelos guerreiros Mangalores e mais tarde a única sobrevivente é reconstruída por cientistas terráqueos.
Desorientada, a poderosa Leeloo (Milla Jovovich, "Regresso à Lagoa Azul") foge das instalações em Nova Iorque onde renasceu e envergando pouco mais que umas ligaduras brancas salta de um arranha-céus para o táxi aéreo de Korben Dallas (Bruce Willis, "Assalto ao Arranha Céus", "Modelo e Detective"). 
Depois da confusão inicial Korben conduz LeeLoo a Cornelius (Ian Holm, "Alien, O Oitavo Passageiro") o padre que é o contacto dos Mondoshawans na Terra.
Leeloo revela que ela é o quinto elemento e que as pedras contendo os outros elementos estão a bordo de um luxuoso cruzeiro espacial. Korben é instruído pelo seu antigo superior militar para viajar disfarçado e recuperar as pedras. 
Claro que o plano não corre bem e vai ser uma corrida contra o tempo e as forças do pérfido (e divertido) Jean-Baptiste Emanuel Zorg (Gary Oldman, "Dracula", "Perdidos no Espaço") e dos Mangalores, para impedir que o Mal triunfe. 
Outra das referências - ou coincidências - é que tal como no desenho animado "Capitão Planeta" (1990-96) aos quatro elementos tradicionais junta-se outro, no Capitão Planeta o "Coração" e no "Quinto Elemento" o "Amor".
Durante um segundo ainda esperei ver sair da união dos cinco elementos o próprio Capitão Planeta....
E claro, o Jar-Jar Binks do filme, o irritante animador Ruby Rhod (um ainda desconhecido Chris Tucker). Pronto, ao principio estranha-se, mas depois entranha-se. Salvo seja.
Resumindo, um fita bem divertida, muito imaginativa, com cenários e designs invulgares, excitantes cenas de acção, actores super-carismáticos e à vontade com toda a loucura futurista, uma bela banda sonora a cargo de Eric Serra (colaborador habitual de Besson).
E aquela cena da ópera-espacial-alienígena, magnifica! Daqueles filmes que revejo sempre que passa na TV.

 Texto original publicado no blog "Enciclopédia de Cromos": "O 5º Elemento (1997)".

 


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O blog "CINE31"cumpre hoje o seu 13º Aniversário! Quer dizer que basicamente, o blog agora é um adolescente na puberdade com a mania que é adulto. Uh-oh...

Quero acreditar que desde o primeiro post no dia 7 de Maio de 2005, a escrita neste estaminé melhorou um bocadinho, mais que não seja a partir da entrada dos sócios na segunda década do século XXI...
Obrigado a todos pelas visitas e comentários! Apareçam no Grupo e Página do Facebook!

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Quando vou ver um filme sobre o qual criei expectativas é óbvio que nunca vou sair totalmente satisfeito. Este não é excepção, mas é daqueles raros casos que na minha qualidade de realizador frustrado, não sei dizer o que teria feito de radicalmente diferente. Com excepção dos crossovers de gerações de supersentais este foi o maior cruzamento de personagens que habitam o mesmo universo, depois de terem sido desenvolvidos em fitas próprias. 

No entanto, a própria concretização deste filme é um marco na cultura popular, não é certamente o filme mais perfeito, mas é o filme possível, na tarefa hercúlea de equilibrar dezenas de personagens e actores, entre os de Escalão A e Escalão B, num guião compreensível, sem exposição demais, mas que depende dos filmes anteriores não para perceber a história - genocida extraterrestre que juntar seis poderosas gemas para poder matar metade da população do Universo num estalar de dedos - mas para dar peso e empatia aos personagens que vimos evoluir desde 2008. Excluindo os aspectos que mencionei neste parágrafo, é um filme mediano de acção e aventura. Mas adicionamos o que sabemos sobre cada um daqueles personagens sob a bota de Thanos e 1 +1 = 3. E os fãs das BDs vão ter uns bons momentos quase copiados das páginas. 
Gostava de mudar no MCU alguns pormenores que na minha opinião impedem que os filmes ainda sejam melhores: aprecio a continuidade visual do MCU mas gostava por exemplo que a maioria das naves espaciais, mesmos genocidas espaciais, não tivessem todos o mesmo look interior: armazém que não pagou a conta da luz. Ia ser porreiro para ver melhor o que se passa nas lutas, que continuam - apesar de bons momentos - muito confusas. Eu sei que na guerra real as coisas não se processam em câmara lenta à la "300", mas o cinema não é a vida real. Pode ser mais interessante. Finais em aberto são frustrantes, mas estou ansioso para a conclusão no ano que vem, para vermos o que é regressível ou não. Não vou adiantar mais senão SPOILERS. Já agora, bom gancho para a fita que se segue...




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Uma década de MCU, o Universo Cinemático Marvel. Depois de décadas de adaptações medíocres ao cinema e TV, os filhos da "Casa das Ideias", Blade, X-Men e o Spiderman de Sam Raimi renovaram o interesse em ver as aventuras dos super-heróis no grande ecrã. Finalmente os efeitos especiais permitiam criar aventuras mais fieis à banda desenhada. Mas quase uma década se passou até à Marvel decidir tomar as rédeas dos seus filmes e o "Iron Man" de 2008 tornou ultrapopular um personagem quase secundário, apesar de fazer parte dos Vingadores desde sempre. O retrato perfeito do Stark/Downey Jr., que tornava credível a existência de eventos extraordinários num universo muito semelhante ao nosso, foi a pedra de toque para os que se seguiram, com o primeiro encontro épico dos heróis no primeiro "Avengers".  Thor foi o primeiro elemento a mostrar que o universo é muito maior e cheio de maravilhas, uma janela alargada e demolida mais tarde pelos cósmicos "Guardiões das Galáxias" e o feiticeiro "Doutor Estranho". E quase 20 anos depois de Blade, o herói negro "Black Panther" é um fenómeno global e a Marvel recuperou - parcialmente - os direitos de usar em filme o seu personagem principal, Spiderman. E não posso esquecer de mencionar que no pequeno ecrã os heróis da Marvel também têm estado ocupados, e no mesmo universo partilhado: Agents of SHIELD, Agent Carter, Luke Cage, Jessica Jones, Iron Fist, Defenders, Punisher, ...
Quando escrevo isto, está eminente a estreia do ultimo capítulo do terceiro volume, ou Fase 3 deste Universo Cinemático Marvel: "Avengers: Infinity War", o culminar de 10 anos de filmes e dezenas de personagens que vão contactar e lutar lado a lado pela primeira vez num ecrã gigante, ou seja, as esperanças de gerações de fãs de banda desenhada finalmente realizadas em grande escala. Ou não...

As críticas do Marvel Cinematic Universe no Cine31:

Outros artigos:





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Um trailer que desvenda mais detalhes da sequela de "Jurassic World":

Promete bastante carnificina. Pobres animais, screw humans!!
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Em 2011, o Universo de banda desenhada da editora DC Comics passou por mais um ciclo de morte e ressurreição, sendo que o evento Flashpoint foi catalisador para as mudanças que se tornaram o novo cânone, nomeadamente o facto do Super-Homem não usar cuecas por cima das calças*. Este filme não é mais que a transposição para animação dessa saga. O mais interessante desta metragem - que obviamente condensou muitas situações e aparições de personagens - é poder ver versões alternativas dos heróis e vilões clássicos; o que é simultaneamente refrescante e um entrave a espectadores virgens da antiga organização do Universo DC, que não podem apreciar as ironias ou reviravoltas a que alguns personagens foram sujeitos nessa nova e violenta realidade onde o The Flash - o técnico CSI Barry Allen - está aprisionado sem poderes, e com o Mundo devastado pela guerra entre os seus colegas Aquaman e Wonder Woman, os monarcas de Atlantis e Themiscyra respectivamente. Flash procura ajuda do Batman, que não é mais a pessoa que Barry conhecia na linha temporal normal. E o que aconteceu ao Super-Homem que não foi criado pelo bondoso casal Kent? Contar mais seria estragar as surpresas para quem está habituado ás versões tradicionais dos heróis da DC. Dito isto, o filme parece algo apressado e em menos de hora e meia de metragem muita coisa só pode ser indiciada, o que tira peso ao trágico destino de alguns personagens queridos do público. O design dos personagens deixa um pouco a desejar, nomeadamente o ridículo  excesso de musculatura que desfigura a Liga da Justiça e outros. Durante muitos anos as animações da DC seguiram o modelo Bruce Timm das séries do Batman, Liga da Justiça e Super-Homem, mas o recente upgrade no estilo de animação ainda anda a tentar encontrar o seu estilo próprio.


*Escrevi este texto em 2013. Em 2018 o Super-Homem já usa novamente orgulhoso a sua cueca vermelha.
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Depois dos teasers, finalmente um trailer mais composto, e bem montado de "Solo: A Star Wars Story".

O trailer:
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A minha reacção ao filme é...não sei. 
Visto que não li o livro, não posso compará-lo com o filme, obviamente. Gostei do desenvolvimento, da coragem por deixar vários momentos ambíguos - ambiguidade nem sempre joga bem com a narrativa - mas nesta fita, fluiu bem, e apesar de um instante ou outro demasiado óbvio, mantém o interesse ao longo de toda a metragem, que tem um tom melancólico sem ser estéril e consegue algumas sequências muito tensas, mas sem ceder ás pressas do habitual blockbuster que tem que lucrar para pagar o investimento em CGI, mas não alcança o topo do hype que foi criado em redor. Parece que os comentadores de cinema descobriram agora que o sci-fi inclui analogias de temas humanos e sociais. Visualmente, oscila entre o belíssimo da explosão de fungos e corpos corrompidos aos efeitos especiais manhosos do capítulo final, que no entanto não quebram a expectativa de querer saber e ver mais. O elenco está competente, sente-se no ar a cumplicidade e o silêncio frio entre Lena e Kane. As outras personagens cumprem a quota de estereótipos, mas não destoam (nem o filme é um panfleto feminista ou de minorias). Afinal, o assunto importante aqui não é conhecer a vida intima de cada um. O assunto era desvendar o mistério do que estaria no centro, ganhar conhecimento, para a protagonista salvar o marido, e para mim como espectador sobre a natureza e intenção desse fascinate mistério. O resultado? Não sei. 
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Avengers: Infinity War | Empire Magazine






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SHAZAM! Titulo Revelado




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Finalmente temos o trailer completo para "Avengers: Infinity War", e confirma-se que o Thanos do cinema tem o mesmo objectivo do Thanos da BD, eliminar metade da vida do Universo. Também online, o poster, que como esperado é uma montra dos heróis mais famosos presentes nesta amálgama de super-herois para que o MCU levou 10 anos a caminhar:
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Avengers: Infinity War | 15 capas da revista Entertainment Weekly.





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Na linha de "Kung Fury" e "Turbo Kid" que depois de angariar fundos online prestaram homenagem ás maiores brutidades cinematográficas que os Mundo viu nos anos 80 - e que pessoalmente só vou descobrindo de há uns anos para cá - chega este projecto no Kickstarter: "Commando Ninja". Basicamente, o título diz tudo, as bases desta paródia/homenagem são a obra-prima "Commando", os filmes de ninjas e muitas mais referências que até um connoisseur aprendiz repara: Predator, Rambo, Mad Max, Highlander, etc... 

Podem ver mais detalhes ( e financiar) o filme no Kickstarter: "Commando Ninja".
Entretanto temos trailer, e fica o aviso para não verem o vídeo na televisão durante o jantar de família. Além do sangue, há 2 boas razões para isso...


Obrigado ao Luis Filipe Ramos que me enviou o link do teaser! Somos pelo menos dois a torcer para que consigam financiamento para exibir a fita!
Cowabunga!!!
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